“Olha o Bafão!”

Foi num sábado em meados de 2009. Daqueles dias tipo ‘social‘, no qual você comparece em vários eventos marcados na mesma data. Foram três aniversários e mais um karaokê com amigos: caipirinhas de sakê na modalidade open bar, doses generosas de uísque e meia latinha de Coca pra arrematar (e manter um mínimo de sanidade mental).

Para fechar a noite com chave de ouro (e nem era tão tarde assim), aceitei o convite de alguns amigos que estavam de saída para o “qqcoisa-burguer-com-muito-bacon-e-maionese-caro-pra-caramba” da madrugada.

Saímos em dois carros, o meu na frente.

Nem 800 metros adiante, logo ali na mesma avenida, a Polícia Militar me aguardava ansiosamente: bafômetro. Só deu pra pensar “fudeu!”, porque pra falar não deu tempo. No meu carro: Sayuri, que com meia cerveja estava tão vermelha quanto uma lagosta fervida; Glória, visivelmente “alegrinha”, que no banco de trás ria alto e compulsivamente e finalmente, eu mesmo, com um hálito de usina de álcool.

Tentei fazer cara do japonês mais sério e comportado do mundo. Acendi a luz do carro, “Pois não, senhor policial?” O cara me olhou, olhou a Sayuri “vermelhíssima” e olhou a Glória “rindo alegremente”. Tenha sempre certeza de uma coisa: nada é tão ruim que não possa piorar ainda mais. E assim, com toda a naturalidade do mundo, o policial sacou o tal bafômetro, apontou pra mim e disse “Por favor, sopre aqui nessa direção, aqui no sensor.”.

Nessas horas, a gente tenta inventar tudo pra se livrar do castigo. Pensei em soprar de viéz, na diagonal e dando efeito com vácuo, pra pegar o ar de fora e desviar do sensor ou coisa parecida. Devo ter feito a boca mais sexy de toda a minha vida.

Primeiro sopro e a caixinha emitiu diversos “bipes”. Cada “bipe” durou uma eternidade na minha mente. E eu tentando manter a cara inocente de “E ai? Tudo certo né?”. Sem mudar a expressão, o policial pediu pra repetir o teste de novo. O nervosismo, outrora uma tênue névoa que apenas pairava nossas mentes, desceu como a mais pesada das neblinas e tomou conta de todos. O silêncio que se fez na sequência foi tão supremo, que eu conseguia ouvir a Sayuri rezando em pensamento pra todos os santos que ela conhecia; a Glória já não ria mais e tinha mudado a expressão de “que engraçado” para “Ai meu Deus!”.

Mais uns bipes, e o policial olhou pra mim, virou a caixinha preta na minha direção, “Pode ir, muito obrigado e boa noite”. O visor mostrava “0.00”. Não pensei ‘meia’ vez e fui embora.

Não me perguntem: eu também não sei.

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Deixe O Passado Para Trás

Por Roberto Shinyashiki

Não deixe o passado decidir sua vida. Uma vida ruim, muitas vezes, é conseqüência do conformismo de pensar que o que sempre aconteceu continuará acontecendo.

Muitas vitórias foram obtidas por perdedores que se cansaram das derrotas. Desistiram de adiar os sonhos, de enfrentar sempre os mesmos problemas, e resolveram criar o novo. Grandes derrotas, porém, também são provocadas por pessoas que se apegam em demasia ao passado, que se sentem confiantes demais pelo que já fizeram e que, de repente, ficam ultrapassadas. Não perceberam a evolução dos outros, que a situação mudou e, de uma hora para a outra, não sabem mais o que fazer.

Mais ou menos como o marido que tem uma mulher apaixonadíssima. Ele, no entanto, é displicente com ela, não a trata bem, paquera outras… Até que um dia ela se cansa, apaixona-se por outro e decide ir embora. E o marido não consegue entender por que perdeu um jogo que já estava ganho.

Derrotas são feitas de pequenas distrações!

Como a pessoa que faz o maior sacrifício para emagrecer cinco quilos e, assim que consegue, começa a se distrair. Um açúcar no café, um bombonzinho extra, um prato a mais de macarrão e subitamente, além dos cinco quilos de volta, ela adquire mais um de brinde pela distração.

Quando as pessoas olham muito para trás, tropeçam no obstáculo que está na frente. Se o seu passado foi feito de derrotas, analise os erros, faça um novo projeto e tente mudar sua vida!

Se o seu passado foi feito de vitórias, deixe-as apenas para as conversas com os amigos. Faça um projeto para o futuro e dirija suas atenções para ele!

Algumas vezes, há muita dificuldade em entender que a situação está irremediavelmente perdida. Claro que sempre existe a possibilidade de reverter a situação, mas o consumo de energia será tão grande, o desgaste tão enorme, os riscos tão altos, que é preferível assumir as perdas. Entender que as derrotas fazem parte da vida e que errar é uma maneira de aprender a buscar novas opções é um exercício de humildade e, ao mesmo tempo, de coragem.

É difícil aceitar que o negócio não foi bem planejado ou bem escolhido. E as pessoas insistem em não assumir o erro. Não que o bem-sucedido goste de ter prejuízos, mas ele certamente sabe como lidar com eles. Às vezes, despende-se tanto tempo e energia para disfarçar o gosto do arroz queimado que melhor seria jogá-lo fora e fazer outro.

– Roberto, mas eu já gastei tanto dinheiro para decorar este restaurante! Montei um cardápio, contratei assessoria de imprensa, não quero agora jogar tudo fora!!!

Paciência! Se o ponto é ruim, será um eterno sofrimento manter o negócio.

De novo cito o exemplo do casal que não se dá bem. Está sempre brigando, não tem nada em comum e mantém relações extraconjugais. Já tentou terapia de casal, seis novas luas-de-mel, mudança de cidade… mas só não se separou porque acabou de construir a casa dos seus sonhos.
Infelizmente, a chance de os prejuízos aumentarem é muito grande.

Por mais dolorido que seja, abandone aquilo que é irreversível e controle-se para não olhar para trás. Só desta forma você poderá usufruir do que o futuro te reserva.

Fonte: Coluna – Vya Estelar

O Medo: O Maior Gigante Da Alma

Por Fernando Teixeira de Andrade

Para quem tem medo, e a nada se atreve, tudo é ousado e perigoso. É o medo que esteriliza nossos abraços e cancela nossos afetos; que proíbe nossos beijos e nos coloca sempre do lado de cá do muro. Esse medo que se enraíza no coração do homem impede-o de ver o mundo que se descortina para além do muro, como se o novo fosse sempre uma cilada, e o desconhecido tivesse sempre uma armadilha a ameaçar nossa ilusão de segurança e certeza.

O medo, já dizia Mira Y Lopes, é o grande gigante da alma, é a mais forte e mais atávica das nossas emoções. Somos educados para o medo, para o não-ousar e, no entanto, os grandes saltos que demos, no tempo e no espaço, na ciência e na arte, na vida e no amor, foram transgressões, e somente a coragem lúdica pode trazer o novo, e a paisagem vasta que se descortina além dos muros que erguemos dentro e fora de nós mesmos.

E se Cristo não tivesse ousado saber-se o Messias Prometido? E se Galileu Galilei tivesse se acovardado, diante das evidências que hoje aceitamos naturalmente? E se Freud tivesse se acovardado diante das profundezas do inconsciente? E se Picasso não tivesse se atrevido a distorcer as formas e a olhar como quem tivesse mil olhos? “A mente apavora o que não é mesmo velho”, canta o poeta, expressando o choque do novo, o estranhamento do desconhecido.

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

15 Coisas Que Você Precisa Abandonar Para Ser Feliz

Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros.

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar.

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar.

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros.

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes.” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos.

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada.” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos.

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo.” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas.

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado.

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego.

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas.

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

– Compartilhado por Clara Fagundes em Guia Ingresse.com (07/05/2013)
– Compartilhado por Claire Dumas em Share For The Future (16/08/2013)

Profissão Perigo

Pense duas vezes antes de dizer a alguém que você trabalha com informática

Por Leandro Calçada (Revista PC Master – Janeiro 2002)

Todo ofício tem os seus ossos. Algumas profissões, entretanto, padecem de algo que gosto de chamar de “incompatibilidade social”. Explico: uma profissão é socialmente incompatível quando, por qualquer motivo, o profissional que a exerce não pode de maneira alguma revelar sua especialidade ao público. Quando você é um espião, por exemplo, ou mesmo algum tipo de criminoso, é óbvio que não se deve sair por aí contando o seu meio de vida para todo mundo. Mas em outras profissões, porém, só é possível perceber o perigo quando já é tarde demais. Imagine-se sentado num bar, já meio alto depois de umas doses, tentando ganhar “aquela” mulher do banco do lado. Logo na terceira ou quarta frase ela já pergunta o que você faz e você responde, sem titubear:

– Sou psicanalista.
– É sério? Tipo… você fica analisando as pessoas e tal?
– Pode ser…
– Sabe o que é? Posso perguntar uma coisa, doutor? É que toda vez que a minha mãe me liga…

Não dá pra tirar uma folga desse jeito. Isso quando a pessoa não entende a especialidade do pobre médico e já vai falando daquela dor no pescoço. Afinal todo “ista”, “euta”, “atra” ou semelhante é médico. Juízes e advogados então, nem se fala. Sempre tem alguém capaz de aproveitar o almoço com aquele amigo advogado, para tirar umas dúvidas sobre o divórcio da tia querida, sem nem lembrar que o tal amigo é formado em direito tributário. Mas médicos e advogados não são os únicos. A informática se encaixa muito bem nesse grupo de risco. O profissional da nossa área, não importa qual a sua especialidade é sempre definido por dois conceitos extremamente simples: é “nerd” e “mexe com computador”. No início nem era problema. Afinal, o computador era um símbolo da “contracultura nerd”, típica de adolescente. Mas agora há quase tantos computadores no mundo quanto televisores, e como nem todos que dirigem carros são mecânicos, sobra para nós o castigo do médico. Basta conhecer uma pessoa, e ela descobrir que você “mexe com computador”, para que venha a mesma ladainha:

– Você manja do assunto. – ai ai ai, lá vem.
– Eu tenho um micro – você reza para não ser verdade – e ele vive dando pau.
– Será que você – que a essa altura se segura para não esganar o sujeito – sabe me dizer qual é o problema?

Há muitas variações. O micro dá pau, ou a impressora não imprime, ou o Explorer não navega. Para piorar, além de estragar sua conversa no bar o leigo nunca faz idéia exata do problema que o aflige. No fim ou você perde o fim de semana na casa do infeliz e resolve o problema, ou finge que não entende e ainda tem que ouvir gente falando pelas suas costas que você não entende nada do negócio. É… talvez ainda dê tempo para arranjar um emprego na CIA.

Bem-Vindo, Novamente!

Olá! Bem-Vindo ao meu site!

Olá, hoje é 27 de dezembro de 2016 e vou recomeçar este blog.

Isso mesmo, pela n-ésima vez, eu sei!

Dentre todas as reedições deste humilde blog, diversas razões permearam minhas idas e voltas. Neste retorno, confesso que não existe um motivo específico para voltar a escrever, apenas me deu vontade e pronto.

Pode ser que logo mais, daqui algumas horas, amanhã, próximo mês,  ou sei lá quando, eu esqueça e desencane do blog. Ou não.

Seja bem-vindo (de novo)!

Miojo não, aqui é “Ramen”!

O vídeo a seguir é de uma campanha promocional da cia. aérea japonesa, ANA (All Nippon Airways), com o intuito de divulgar belezas sutis do Japão, que mantém o tradicional e ao mesmo tempo abraça o moderno.

Vendedores ambulantes de “ramen” (pronúncia: /ˈrɑːmən/ – ou lámen, como é dito no Brasil), são tão comuns quanto os vendedores de cachorro quente e milho verde nas metrópoles brasileiras. A porção individual custa na faixa de 600-650 ienes (aproximadamente entre 20-25 reais). Dá água na boca de assistir o vídeo.

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