Sabe o que é mais bacana quando você volta a fazer algo que há muito tempo não fazia? É descobrir como as coisas evoluem (ou regridem) e, consequentemente, ter que aprender coisas novas e se adequar à situação atual.

O fato é que blog na época que eu comecei a escrever, era algo completamente egocentrico e pessoal. Hoje é considerado mídia alternativa, mídia social, mídia disso-e-aquilo-outro. Ok, estou aprendendo.

Me perdoem a falta de atualização, mas vai melhorar consideravelmente.

Até daqui a pouco!

Verdade ou Mentira?

Para quem gosta de teorias conspiratórias…

12 Festival do Japão

Considerado um dos maiores eventos de cultura japonesa no mundo, e o maior da América Latina, o Festival do Japão apresentará shows musicais, atrações culturais, danças típicas, culinária, exposições especiais e atividades para as crianças.

Data: 17, 18 e 19 de julho de 2009
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo
Ônibus gratuito no metrô Jabaquara
Informações: (11) 3277-8569

http://www.festivaldojapao.com

NOTA PESSOAL: O Festival do Japão é organizado pela Federação das Províncias do Japão, que possui representações de todas as províncias japonesas em São Paulo. É uma excelente oportunidade para apreciar a variedade gastronomica e as regionalidades diversas do Japão.

NOTA PESSOAL 2: Não deixe de visitar o estande da província de Hokkaido (Ilha mais ao norte do Japão), onde será possível saborear Yaki-Nishin (arenque grelhado na brasa), Yaki-Ika (lula grelhada na brasa) e Kare de frutos do mar.

Se lembra desse tempo? Leia Mais »

Hoje comemora-se 101 anos de imigração japonesa ao Brasil. Em vista da pompa da comemoração do centenário, no ano passado, fez-se um silêncio velado de lá pra cá. E muito pouca coisa mudou.

Dentre diversos outros fatos, o primeiro ano do segundo centenário passou sem nenhuma manifestação de boa visibilidade. Apesar de todo pessimismo que este texto possa dar a entender, escrevo com pé na realidade, ciente de que 101 anos, é mais do que 100. Leia Mais »

Do interior de São Paulo, de onde venho, os ares de outono sempre me trazem lembranças de dias chuvosos, temperatura em declínio e céu claro. Esse clima inspira em mim certa melancolia e muita reflexão, além recordações invejosas de épocas distantes.

Durante o colégio, os meses de abril e maio, já não tinham mais o cheiro de ano novo. Frio ameno e chuva fina na maioria dos dias. Era quando os agasalhos escolares saíam das gavetas pela primeira vez no ano. Era também a épocas das gripes, resfriados e dores de garganta. Mamãe sempre colocava um lenço no bolso do meu uniforme e me lembrava o tempo todo para manter o nariz limpo e assoado. Leia Mais »

Por Abigail Costa

Saudade. Uma palavra deliciosamente dolorosa.
Sem masoquismo, mas esse sentimento é do bem.

Falta se sente de gente boa, que é ou  foi amada.
Lembranças, de lugares marcantes.
Ausência, do que se foi, do que se perdeu, mas que valeu a pena. De situações engraçadas.
 
Viagens, trabalhos, horários. Estilos  diferentes de vida,  e  uma sintonia que quebra distâncias. Leia Mais »

O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado hoje, dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.

Encontrei este ensaio fragmento, perdido na internet. Não diz quando foi escrito e nem quem escreveu, apenas as iniciais “F.G.” assinam esse texto. É de autoria atribuída ao psicanalista Flávio Gikovate, escrito em um de seus livros.  A conclusão é inesperada e me fez bastante reflexivo hoje. Grifos adicionais meus.

“Me preparo para conceituar o que exatamente é a felicidade. A palavra costuma ser usada com dois significados diferentes: como expressão do intenso prazer que sentimos quando alcançamos um objetivo muito desejado, ou como expressão genérica e um tanto abstrata.

No primeiro caso, dizemos que estamos felizes. No segundo, que somos felizes.

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E de repente quando a gente acha que tudo tá meio sem rumo, eis que as coisas vão se resolvendo, se acertando, aos poucos. A Sam, twittou uns dias atrás sobre uma música muito bacana do Beattles: “We can work it out” (“Podemos resolver isso”, em tradução livre). De acordo com sugestão dela mesma, que essa música fosse como um mantra para aquela semana, mas para mim, está se estendendo bem mais e tem feito todo o sentido.

Problemas, todos nós temos. Cabe a nós dividirmos em porções “tratáveis” ao nosso dia-a-dia e resolvê-los um por um. Importante também é ganhar o aprendizado e tomar isso com uma lição dada pela própria vida. Meus dias tem sido assim. Não vou dizer que estou num mar de rosas exatamente, mas que as adversidades tem feito uma brutal diferença pra mim, sem dúvida nenhuma.
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